Novo projeto da banda gaúcha chega às plataformas no dia 24 de setembro e revisita a força de músicas que atravessam gerações, idiomas e fronteiras
Existe uma magia que não escolhe geração, idioma ou fronteira. Basta uma melodia, um riff ou os primeiros acordes de uma música conhecida para que, por alguns instantes, o tempo volte. É a partir dessa relação entre música e memória que a Pandora apresenta Máquina do Tempo, novo projeto audiovisual da banda, com lançamento marcado para 24 de setembro de 2026, em todas as plataformas digitais.
Inspirado no repertório e na atmosfera musical dos anos 80 e 90, Máquina do Tempo parte da nostalgia para falar de algo maior: a capacidade que determinadas músicas têm de permanecer vivas ao longo das décadas e continuar despertando emoções em pessoas de diferentes gerações.
“Clássico não precisa de tradução” é uma das ideias que atravessam o conceito do projeto. Para a Pandora, uma música pode ultrapassar distância, idioma e época porque carrega consigo memórias de quem a ouviu, cantou, dançou, se apaixonou ou simplesmente cresceu ao som dela.

Uma viagem que começa na música
Gravado no dia 20 de junho de 2026, no All Need Master Hall, em Caxias do Sul (RS), Máquina do Tempo foi concebido como uma experiência audiovisual que reúne a energia da apresentação ao vivo com o imaginário construído em torno das décadas de 80 e 90.
A proposta não é apenas revisitar um período específico da música, mas entender por que determinadas canções continuam capazes de provocar reconhecimento imediato mesmo décadas depois. É o riff que alguém identifica em segundos, a melodia que desperta uma lembrança ou uma letra que reconecta o ouvinte a um momento específico da vida.
Nesse universo, a música “Voyage Voyage” assume papel de destaque na comunicação do projeto e funciona como uma das portas de entrada para a experiência de Máquina do Tempo.
Do interior do Rio Grande do Sul para diferentes gerações
Natural de Feliz (RS), a Pandora mantém sua formação original desde o início da trajetória, reunindo Xandi Gonçalves nos vocais, teclado e violão; Ivan Luz no baixo; Diego Schardong na bateria e programações; e Samuel Pesan na guitarra e vocais.
A banda chega a Máquina do Tempo depois de uma sequência de projetos que evidencia a busca por diferentes formas de apresentar sua identidade musical. Em 2024, lançou o audiovisual Pra Sentir e Viver. No ano seguinte, apresentou o DVD Pandora Rock Baladas, trabalho que posteriormente se transformou em turnê pelos principais teatros do Sul do país.
Outro momento dessa trajetória foi o lançamento de Vai com Medo Mesmo, single autoral acompanhado de um videoclipe produzido integralmente com Inteligência Artificial, aproximando a linguagem musical da banda de novas possibilidades audiovisuais.
Entre os trabalhos de maior repercussão está também Abra os Olhos pra Sonhar. Segundo dados da Audiency, a faixa alcançou o Top 3 nacional e chegou ao primeiro lugar na Região Sul, no segmento pop rock, durante quatro meses consecutivos.
Os anos 80 e 90 não são apenas uma referência musical: fazem parte da maneira como a banda se apresenta, se veste e constrói sua experiência audiovisual completa.
Atualmente, a Pandora soma mais de 15 milhões de visualizações nas plataformas digitais.

A Máquina do Tempo da Pandora
A narrativa do novo audiovisual parte de uma pergunta simples: o que acontece quando uma música é capaz de fazer o tempo voltar?
Para a Pandora, a resposta está na memória afetiva construída por gerações inteiras ao redor de músicas que continuam presentes. O projeto transforma essa sensação em uma experiência coletiva, conectando o repertório das décadas de 80 e 90 à trajetória atual da banda.
Porque algumas músicas não precisam de tradução.
Elas simplesmente fazem o tempo voltar.
SERVIÇO
Pandora — Máquina do Tempo
Lançamento: 24 de setembro de 2026
Formato: Projeto audiovisual / DVD
Música de trabalho: “Voyage Voyage”
Disponibilidade: Todas as plataformas digitais
Instagram: @bandapandoraoficial














